Prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs): Proteja Sua Saúde

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Prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs): Proteja Sua Saúde

As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) representam um desafio significativo para a saúde pública, podendo causar complicações graves, como infertilidade, doenças inflamatórias e aumento do risco de transmissão do HIV. Felizmente, a prevenção é possível por meio de diversas estratégias cientificamente comprovadas. Neste artigo, exploramos as principais medidas de prevenção e destacamos a importância de um acompanhamento médico especializado.


A Importância da Avaliação da Saúde Sexual

Realizar uma avaliação detalhada da saúde sexual é essencial para identificar fatores de risco e indicar as melhores formas de prevenção. Questões como histórico de ISTs, práticas sexuais e uso de preservativos devem ser abordadas em consultas médicas para definir uma estratégia personalizada.

Fatores de Risco para ISTs:

  • Novo parceiro sexual nos últimos 60 dias;
  • Práticas sexuais sem preservativo;
  • Histórico de ISTs;
  • Contato com parceiros diagnosticados com ISTs.

Certas populações apresentam maior vulnerabilidade, incluindo adolescentes, homens que fazem sexo com homens, pessoas transgênro e gestantes. Essas populações devem receber atenção redobrada na prevenção e rastreamento.


Principais Medidas de Prevenção

1. Uso de Preservativos

Os preservativos são um dos métodos mais eficazes na prevenção de ISTs. O uso correto e consistente reduz significativamente o risco de transmissão de HIV, clamídia, gonorreia, herpes genital e HPV.

2. Vacinação

A imunização é uma estratégia poderosa contra algumas ISTs, como:

  • HPV: Protege contra cânceres genitais e verrugas genitais;
  • Hepatite B: Reduz o risco de complicações hepáticas graves;
  • Hepatite A: Indicada para populações de risco.

3. Profilaxia Antimicrobiana

  • PrEP (Profilaxia Pré-Exposição): Reduz o risco de infecção pelo HIV em até 99% quando usada corretamente.
  • PEP (Profilaxia Pós-Exposição): Deve ser iniciada até 72 horas após uma exposição ao HIV.
  • Doxiciclina PEP: Estudos mostram que o uso de doxiciclina após o sexo sem preservativo pode reduzir a incidência de clamídia, gonorreia e sífilis.

4. Rastreamento Regular de ISTs

Testes periódicos são essenciais para a detecção precoce e tratamento adequado. A frequência dos exames deve ser ajustada com base no perfil de risco de cada paciente.

5. Circuncisão Masculina

Estudos indicam que a circuncisão reduz o risco de HIV, HPV e herpes genital em homens heterossexuais.


O Papel do Acompanhamento Médico

Contar com um especialista em saúde sexual é fundamental para personalizar a prevenção e garantir um acompanhamento adequado. Se você deseja tirar dúvidas ou agendar uma consulta, clique no link abaixo e entre em contato pelo WhatsApp:

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